Ecos do silêncio
Entre os escombros da vida, ecoa o silêncio,
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
www.contodavampira.blogspot.com
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
www.contodavampira.blogspot.com
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Ainda estou aqui.
Para ser sincero me mantenho como Deus quer... com mágoas e sofrimento no meu coração - nada tenho - nada possuo - nesta minha luta , on…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
É rica...
Jorge E. Leal
É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concret…
Julian Lael
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas