Ao nascer do Sol ,minha alma sangra
Ao raiar do dia, quando o sol nasce,
E a escuridão da noite lentamente desvanece,
Minha alma sangra, em silêncio, em paz,
Como um rio que silenciosamente flui e apaz.
O sol, em sua glória, ilumina o céu,
Mas minha alma, em agonia, não pode se alegrar.
Ela sangra, oh, como ela sangra,
Como uma ferida que não cicatriza, que arde.
O nascer do sol, tão belo e brilhante,
É um lembrete cruel da minha triste situação.
Minha alma, uma vez cheia de luz,
Agora está perdida na escuridão da noite.
Mas ainda assim, eu olho para o nascer do sol,
Com esperança em meu coração e lágrimas em meus olhos.
Porque mesmo que minha alma sangre,
Eu sei que, como o sol, ela vai se levantar.
E assim, com cada novo amanhecer,
Eu sinto a dor, a perda, o desespero.
Mas também sinto a esperança, a promessa,
De um novo dia, de um novo começo.
Minha alma pode sangrar, pode chorar,
Mas ela também pode curar, pode voar.
E assim, com cada nascer do sol,
Eu sinto a dor, mas também a alegria.
Porque mesmo na escuridão, há luz,
E mesmo na dor, há amor.
E assim, minha alma sangra,
Mas ela também ama, ela também vive.
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