Seres epifânicos
Existe seres epifânicos
Que possuem uma rara luz no olhar.
Procurando num ponto do infinito distante
A tão aclamada resposta.
Qual a pergunta?
Com medo da loucura tentam elucidar a racionalidade
E mesmo sem explicação aparente
A realidade some e o medo da
loucura toma conta do ser
E a vida vive o ser e, o ser vive a vida.
Diante de uma insustentável leveza,
O medo da queda aparente.
A loucura se torna constante na fuga de si mesma.
Intempéries pensamentos da necessidade do momento
Forçam a volubilidade do ser.
Prelúdio de um novo momento
Em enxergar numa fração de pensamento
O fluido do tempo.
Os pensamentos, as perguntas e as repostas foram-se;
As dúvidas e as certezas misturam-se num turbilhão mental.
O medo retorna, a razão também, o chão agora é visível.
O sustentável peso do ser mostra-se sutil
Na medida e na dose do concreto e do abstrato.
Fundindo-se a força, a inconstância, a dúvida e a fragilidade.
Tentando conhecer a diferença entre o veneno e o remédio
Diante as doses de sanidade e de loucura.
Que possuem uma rara luz no olhar.
Procurando num ponto do infinito distante
A tão aclamada resposta.
Qual a pergunta?
Com medo da loucura tentam elucidar a racionalidade
E mesmo sem explicação aparente
A realidade some e o medo da
loucura toma conta do ser
E a vida vive o ser e, o ser vive a vida.
Diante de uma insustentável leveza,
O medo da queda aparente.
A loucura se torna constante na fuga de si mesma.
Intempéries pensamentos da necessidade do momento
Forçam a volubilidade do ser.
Prelúdio de um novo momento
Em enxergar numa fração de pensamento
O fluido do tempo.
Os pensamentos, as perguntas e as repostas foram-se;
As dúvidas e as certezas misturam-se num turbilhão mental.
O medo retorna, a razão também, o chão agora é visível.
O sustentável peso do ser mostra-se sutil
Na medida e na dose do concreto e do abstrato.
Fundindo-se a força, a inconstância, a dúvida e a fragilidade.
Tentando conhecer a diferença entre o veneno e o remédio
Diante as doses de sanidade e de loucura.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Desejos III
Desejos de um corpo superam qualquer obstáculos que venha a surgirem perante um grande amor. Assim esperam todos os casais que se amam. T…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Nunca recebi flores
Nunca recebi flores... Será que é porque sou homem? Talvez eu não soube amar ou ainda não soube despertar o amor, pois de minha par…
Bruno Lopes
QUANTA SAUDADE
Sinto saudade, não sei quanta, Ela dói no meu peito, Tanto que me espanta, Não tem jeito! Vejo você tão pouco. Uma vez por ano? Talvez d…
Celso Ciampi
radical
a sombra sai do muro e vai ao chão solerte e severa ao mesmo tempo ela sabe o mais e o menos de ti - teus reclamos no travesseiro teu sol…
Darlan de Matos Cunha