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Sonífera trova

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Reminiscência VII
AurelioAquino
AurelioAquino

na madrugada

poema acorda

martelando verbos

na memória

no trânsito do sonho

o sono tremula

palavras embrulhadas

em sua luta

ao poeta resta o levante

da retórica disputa

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AurelioAquino BR

AurelioAquino

1952-01-29 · Parahyba

Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.

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