Trapos & teias
A lágrima de cristal.
A palavra de prata.
A rima de bronze.
O silêncio de ouro.
O homem de ferro.
A mulher invisível.
A eterna criança.
O jovem idoso.
A primavera notória.
O verão abrasador.
O outono dos ventos.
O inverno da escória;
Trapos.
Tramas.
Farrapos.
Teias
Dramas
Arquitetados nos polígonos do poder.
A lágrima de cristal
arranhava a alma por dentro.
A palavra de prata brilhava no breu
A rima de bronze que premiava o brejo.
E, o silêncio de ouro dependurado na pulseira.
Oscilava em homenagem ao ateu.
E, tudo parecia apenas ser transcendental.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágo…
killders
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*