À BEIRA DO GUADIANA
À beira do Guadiana, rio de espanto,
O sol se espelha em tuas águas serenas,
Nas margens verdejantes, histórias amenas,
Onde a alma se perde em doce pranto.
Teus segredos contam um eterno encanto,
Em cada curva, um segredo se revela,
Nas décimas que canto, a emoção é bela,
E o coração se enche num novo manto.
Oh Guadiana, afluente dos meus sonhos,
Tuas águas trazem paz aos corações,
Em cada verso, declama um pedaço de ti.
Que teus mistérios sigam como rastros,
E que em tuas margens, em mil canções,
A poesia floresça e nunca esmoreça, para ti
Évora, 05-2024 – Maria Antonieta Matos
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