RIO GUADIANA-COMO O VELHO LENÇO

À beira do Guadiana, rio sereno,
O sol se deita sobre águas douradas,
Nas margens verdes, um cenário amado,
Onde a alma encontra paz nesse reino.

Como um velho lenço, são teus segredos, 
Que escondem histórias de tempos idos,
Brincas ao esconde-esconde pelos arvoredos
E por entre os ramos… teu canto sigo

Oh! Guadiana… que rio tão querido,
Teus afluentes guardam mil segredos, 
Em cada curva, um sonho renasce.

Que tuas águas sigam sempre fluindo,
E em tuas margens, em versos ledos, 
O amor pelo caminho contigo emudece

Maria Antonieta Matos
 

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