Poema militante em decurso de prazo
o céu
é sempre do povo
como a praça da revolução
e nem há tempo novo
que se invente em vão
a praça é sempre do povo
como o céu de suas mãos
o povo
é sempre da praça
nos céus nublados do não
é como se gente fosse argamassa
de construir amplidão
costurando o peito da massa
nos bordados da razão.
gente pulsando
na história e na avenida
é sempre um futuro
atravessado na vida
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