Neblina
Sei das coisas que vão e vêm
Do que vai quando cai a neblina
Ri a morte, ri da vida
Ri de todos nós, imbecis
Pois bem, meu Amor
Dentro de ti, a centelha divina
Invisível, imperceptível a quem te vê
Mas vejo luz, vejo o fogo eterno a jorrar da tua alma
Mil cores que preenchem o vazio do mundo
Fogo-fátuo do eterno em chamas
Invisível ao olho, mas ardente ao peito
Vejo-te bela, magnífica
À minha volta o mundo passa indiferente
A escuridão, densa, cobre e asfixia.
Glórias mil cobrem o herói
Que cospe na luz e cobre-se com as trevas
Com grande estrondo e coragem
Até cessar o tremor do espírito
Até que se faça silêncio
Mas este nunca chega, pois na ausência de som mortal
Ri a morte, sempre, eternamente
Pobres almas penadas. Condenadas.
Haverá salvação?
Do que vai quando cai a neblina
Ri a morte, ri da vida
Ri de todos nós, imbecis
Pois bem, meu Amor
Dentro de ti, a centelha divina
Invisível, imperceptível a quem te vê
Mas vejo luz, vejo o fogo eterno a jorrar da tua alma
Mil cores que preenchem o vazio do mundo
Fogo-fátuo do eterno em chamas
Invisível ao olho, mas ardente ao peito
Vejo-te bela, magnífica
À minha volta o mundo passa indiferente
A escuridão, densa, cobre e asfixia.
Glórias mil cobrem o herói
Que cospe na luz e cobre-se com as trevas
Com grande estrondo e coragem
Até cessar o tremor do espírito
Até que se faça silêncio
Mas este nunca chega, pois na ausência de som mortal
Ri a morte, sempre, eternamente
Pobres almas penadas. Condenadas.
Haverá salvação?
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