"Clamo a trova e ao verso" "O sabor da poesia"
Cavalgo ao sabor da poesia
sigo a minha cavalgada poética
cavalgando de forma frenética
pra abraçar a minha eterna nostalgia.
A quadra que pela primeira vez escrevi
guardei-a numa gaveta que hoje reabri
arrepiei-me ui! que calafrio senti
ao ver petalas de rosa que um dia guardei pra ti.
Ao sabor da poesia já cantei e bailei com amor
ao lembrar o importante que a poesia é pra mim
imprescindível como uma simples flor
é pro mais importante jardim.
Não importa velejar ao sabor da poesia triste
nesta louca inspiração e encanto da aventura
pela noite sonho acordado e não desisto
de me deliciar do sabor da poesia, da sua doçura.
Clamo à trova e ao verso
almejar ter a meu lado a musa do universo
pra lhe ofertar esta fúria louca da minha paixão
e ela poder sentir o cintilar do meu triste coração.
Luzerna, 18.09.2024, Joao Neves