aflição
A ansiedade segue me corroendo
Pouco a pouco
E tem feito morada
Expirar e inspirar
Não fazem nada mudar
Em lugares aleatórios
Começo a chorar
Desconhecidos olham
Sem saber o que falar
Olham com curiosidade e pena
Onde está aquela que já foi serena?
Sigo
Me arrastando
Na esperança de voltar
A caminhar, brilhar e cantar
E estabelecer meu novo lar
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