Lagoa do Taquaral
Alegria e melancolia,
infância e terceira idade,
um homem com uma mulher,
um esperto e um pobre “mané”
aos sons vários da tarde.
Um violino, um piano
e as águas da saudade.
Tão bem e tão raso e tão claro
o sol em nuvens esparsas
aquecem-nos os seus raios
inflamam toda a paisagem.
Nem tão perto, nem tão quieto,
sabores sem vaidades.
Lá eles estão
brincando, sorrindo e dançando
ao delicado tom
da mocidade calma;
no espelho da Lagoa,
no crepúscul do fim de tarde.
o amor, o sabor, a saudade.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A QUE VEIO ?
A que veio este insone esse leque misto de sombras e de lume aberto em breves saltos ou espasmos de quem não sofre epilepsia mas talvez s…
Darlan de Matos Cunha
O nosso baile
O baile que vale a pena
sempre será onde por
nada a gente se contenha.
O nosso baile é maya,
ao ritmo de Son Chapín,
onde …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
OS BÊBADOS
A aldeia sabe porque não se dorme se sem a palha do amor, ela aprendeu a mover-se entre o colar de brasas e as picadas da fome e do medo,…
Darlan de Matos Cunha
Sua Ternura - Será minha Ternura.
Que seja assim por toda vida - sua ternura será minha ternura - teu modo de amar será meu modo de amar... e tuas palavras serão pronun…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*