Ainda que tardia...
AH! Essa tal sociedade
Que me toma a liberdade
Como fosse um forte grilhão
A cercar-me os tornozelos
Faz-me escravo de zelos
Pelo que é certo, ou errado,
Parâmetros delimitados
Para causar-me flagelos!
Abra as asas, vida minha!
Pois se faz tarde, em verdade,
No pouco tempo em que resto.
No topo de qualquer colina,
Inflar-me da brisa divina
Que da insanidade, empresto!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski