Reminiscência LXIV
o rio do menino
dado à corrente
mostrava pela vida
sua consequência
nada-lo era passear
o vão do pensamento
nos mares que imitava
os tsunamis da gente
nada do que era tanto
viveu impunemente
no colo da memória
é sempre um repente
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.