Candelabro
Que se tenha por utopia estar amando
Enquanto os braços do sofá limitam os corpos.
Dá-se ao salão o direito ao espanto
Da escuridão mórbida à frágil luz do encanto.
Espreguiça-se no chão o vil tapete,
No silêncio onde crepitam carvões
E imitam o que arde dentro ao peito,
Na loucura onde crepitam corações.
Tinge a lua de luar toda a varanda,
Baila a cortina enquanto canta a brisa
E apaga a luz do candelabro.
Na penumbra se esbarram sussurros,
De um grito ao gentil murmúrio,
Qual prisioneiros em um porão macabro.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal