Acordei, achando-me, "Fernando Pessoa"
Ela mudou a minha vida,
por ela comecei a escrever.
Tive ao ponto de me perder,
mas nunca deixei de compor,
simples poemas ou cartas de amor.
Hoje aqui estou, já entre a vida e a morte,
sobrevivi a muitas tempestades,
vindas elas do sul ou do norte,
foi aí que passei de pessoa do mal,
a poeta do bem querer.
Voltei a pegar e abrir o rascunho da vida,
sem ninguém me reter, gritei bem alto!
"Nem a morte me fará deixar de escrever"
Luzern, 27-12-2024, Joao Neves.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COM FÉ
Tenho muita fé, Creio em tudo, Só não creio Na falta de fé. Vou com tudo, Às vezes paro, Giro o mundo, Tá tudo caro. Embora eu não crei…
Celso Ciampi
Lula la...
Lula la... bem vindo a vitória dos corações brasileiros ... bem vindo ao país de uma social democracia . Lula la ... sempre de coração a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski