Arre!

Arre!
Por vezes, nao me contento, por nao estar contente.
Pois... como hei-de o estar,
Se nada fiz para me contentar.
Mas também nao sei, 
Porque contente, quero estar.
Saí! Fui ao azar,
Procurando a quem eu me quero dar...
Voltei, Cabeça estonteada com a tal pontada...
E nao saber, a quem eu engraçar.

F. Granja

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