As Marés da Verdade
Caminho na estrada do ser, onde a verdade é minha luz, não moldo minha essência ao mundo, não visto máscaras de ilusão.
Se meus passos desenham distâncias, não é perda, nem solidão, mas o eco do que é sincero separando sombra de clarão.
Quem teme o olhar sem véus, foge do brilho do real, pois a pureza incomoda os olhos que se acostumaram ao banal.
Não sou eu quem perde o laço, nem quem solta a própria mão, são os ventos que levam os fracos de volta à sua escuridão.
E assim sigo, livre e inteiro, sem pesar quem se desfez, pois na dança das marés do tempo, só fica quem tem a mesma fluidez.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Ode a MIRANDA DO DOURO - Portugal
Tens encantos de princesa No passado grandiosa, Um canteiro de beleza És cidade majestosa ! Tens céu de puro azul Luar de prata e fulgor…
Armando A. C. Garcia
Miranda do Douro - 14/04/2008
Miranda, sempre aguerrida e audaz À margem direita do sinuoso Douro, Por dois séculos Capital de Trás os Montes Tal era sua pujança cívic…
Armando A. C. Garcia
Síntese da história secular de Miranda do Douro - 03/09/20
Os encantos de minha terra, cantei em verso Antes de vê-la, pelos atrativos modificada, Miranda do Douro, minha cidade-berço Ao ver…
Armando A. C. Garcia
Síntese da história secular de Miranda do Douro - 03/09/20
Síntese da história secular de Miranda do Douro - 03/09/2014 Os encantos de minha terra, cantei em verso An…
Armando A. C. Garcia