Anjos de barro
Abram suas asas!
Voem, por sobre a humanidade na terra.
É urgente que todos possam vê-los,
É urgente que todos possam crê-los.
É preciso que se pare esta guerra.
Urge a verdade, urge o remédio,
Para um mal que carece da cura.
É pura a maldade que fere a inocência,
E nela arroga, a culpa da amargura.
Abram as asas e nelas acolham
As ovelhas humanas, desgarradas
Da sociedade infame, vítimas
Da natureza que se faz errada.
Anjos de barro, soldados da vida,
Ouçam o clamor desta gente sofrida.
Carentes de fé, esperança e amor
Distantes da vida e de seu criador.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha