Drones baldios
o poema no poeta
é um imenso drone
em todas as nuvens
dos céus do homem
as que chovem risos
as que choram impunes
na instância das chuvas
nos sóis que consome
as palavras são os raios
trovoadas e calmarias
que trafegam o poeta
em suas verbais ventanias
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágo…
killders
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*