No silêncio noturno 
ilhéu da Ilha do Quiriri,
Um olhar profundo 
como um banho de estelar.

Dos pés a cabeça 
a amorosa emergência,
A fortuna poética 
que não dá para disfarçar.

Navegando neste estuário 
tenho consagrado
a rota do atemporal rimário.

Daquilo que ninguém conta
sobre a Baía do Babitonga 
reafirmo o pacto com o tempo.

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