Ossos
De má fé é toda a arrogância
Que transmite da tua aura
Que emite e ecoa a tua voz
Que julga no teu filmar
De má fé é toda a soberba
Que influência por osmose
Que constrange quem recebe
Que intimida quem enxerga
Diante de todas as obras
Abraçaria pelo que vale
E ignora quem te ajuda
Diante de todos os erros
Cancelaria quem te comprou
E afagaria quem te dá mais
Contudo a ignorância de ser livre
Limitaria toda a paisagem
Mas não viveria em um mundo de mentiras
Onde o ser e o ter não passa de detalhe
Onde não há saberes maiores
Só uma plateia adoentada
Em um vale de ossos.
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