Fontes de amor!
Onde me chamas,
tento encontrar-te,
pronto no plantar!
Sinto o teu chamar.
Candeias em letras versadas,
luzes em dunas iluminadas.
Que poderemos esperar?
Apenas plantar,
enquanto não chega a hora do anunciar.
Que amor! Este estranho semear.
Na madrugada fria,
na agua do mar entrar.
Nos silêncios da noite.
Animais e plantas,
no ouvir. Nada sou no estar,
sem ti não posso ficar.
Tenho de abalar!
A minha estrada, a jornada,
o meu norte encontrar!
Até ao dia em que Deus nos chamar.
Sim, em amor eterno,
na espiritualidade nos voltamos a encontrar.
Amar, doar, completar!
Junto de Deus nada nos volta a separar!
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