Voos emprestados
As badaladas da Igreja Matriz
São Francisco de Assis
sempre semeiam o imutável
que reinicia para a vida.
Lidar com a franca neblina
por Rodeio e que habita
no meu peito jamais desafia,
porque cada canto conheço.
O tempo não é o problema
porque passo por ele
e verdadeira é a recíproca,
e vira por método poesia.
Para onde o mundo caminha
a minha consciência acompanha,
e o coração nunca se engana
nem mesmo na rota que traça.
Porque das aves sublimes
do Médio Vale do Itajaí
sobre o Rio Itajaí-Açu na direção
do amoroso Pico do Montanhão,
os pés pediram o voos emprestados.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
No Amanhã !
Qual barco ao sabor das ondas soçobrando
Luto, estrebucho, exangue sem sentidos,
Então, quero meus despojos abatido…
Armando A. C. Garcia
A Âncora ! 26/10/2026
És a luz que reconforta minha vida
Tu, és a seiva que alimenta a alma,
És a Paz, que permeia o meu viver
A ânc…
Armando A. C. Garcia
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*