Escritas
PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão

Idioma

PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão
  1. Início
  2. Autores
  3. AurelioAquino
  4. Vagar da vida

Vagar da vida

Seguinte
dízima humana
AurelioAquino
AurelioAquino

 

a vida

quando voga

vaga no tempo

em cada porta

onda coletiva

lei de tanto

como fora grito

do seu canto

impune argumento

grávida vertente

de todos os verbos

que consente

12 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.

Outros poemas de participantes

Taberna do Sol Poente Dodge Leal A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.… Julian Lael Tudo o que pedi Juntos, sem questionar, no ritmo de Caribe clássico, muito além dos petroglifos. Ler com o que há de mais fino: o casamento s… Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski Carta lacrada. Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid… Ademir D.Zanotelli *Poeta* Palavras escritas. Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e  muita alegria - satisfação. Tudo que penso … Ademir D.Zanotelli *Poeta*
AurelioAquino BR

AurelioAquino

1952-01-29 · Parahyba

Deixo-me estar nos verbos que consinto, os que me inventam, os que sempre sinto.

Reportar erro ou incorreção

Tipo de problema

Obrigado! O seu reporte foi enviado e será analisado.

Explorar

  • Poemas
  • Autores
  • Citações
  • Temas
  • Escolhas do Editor

Descobrir

  • Hoje
  • Movimentos Literários
  • Livros
  • Prémios
  • Dicionário

Comunidade

  • Portal
  • Membros
  • Livro de visitas

Escritas

  • Sobre Escritas.org
  • Ajuda
  • Contacte-nos
© 2026 Escritas