Um medíocre
Prender o amor, a dor
Segurar o choro, o arrepio da pele
Ser forte, racional, natural
Desumano
A beleza de ser humano
De sentir, sentir, sentir!
Eu quero viver, viver!
Antes da morte e depois o que viér
Não sei
Quem sabe?
É a solidão a paz,
Até quando não suportar mais
O contato, da sorte um retrato
O contrato, abaixo assinado
O suspiro de quem caiu apaixonado
E não mais cantou, nem subiu ao palco
Porque cedeu a mediocridade
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski