Sorri à vida e à dor.
Quando a nossa mente deixe de pensar.
as rugas não pararem de se alastrar
nossos ombros iniciarem a baixar
as dores nos começarem a atormentar
Os dias iniciam a ser vazios e tristonhos
inicia uma grande realidade
a de vivemos longe dos nossos antigos sonhos
nos nossos olhos o céu perderá a luz
as nossas pernas cansadas e doloridas
se arrastam como se carregassemos uma Cruz
mas desta vida nunca deixaremos de ser aprendiz
Faz como eu, vai mentindo à vida tua dor
e ela ao notar que tu sorris
irá pensar que na velhice és muito feliz.
Luzerna, 11.09.2025, João Neves.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia