Sorri à vida e à dor.
Quando a nossa mente deixe de pensar.
as rugas não pararem de se alastrar
nossos ombros iniciarem a baixar
as dores nos começarem a atormentar
Os dias iniciam a ser vazios e tristonhos
inicia uma grande realidade
a de vivemos longe dos nossos antigos sonhos
nos nossos olhos o céu perderá a luz
as nossas pernas cansadas e doloridas
se arrastam como se carregassemos uma Cruz
mas desta vida nunca deixaremos de ser aprendiz
Faz como eu, vai mentindo à vida tua dor
e ela ao notar que tu sorris
irá pensar que na velhice és muito feliz.
Luzerna, 11.09.2025, João Neves.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
No Amanhã !
Qual barco ao sabor das ondas soçobrando
Luto, estrebucho, exangue sem sentidos,
Então, quero meus despojos abatido…
Armando A. C. Garcia
A Âncora ! 26/10/2026
És a luz que reconforta minha vida
Tu, és a seiva que alimenta a alma,
És a Paz, que permeia o meu viver
A ânc…
Armando A. C. Garcia
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COM FÉ
Tenho muita fé, Creio em tudo, Só não creio Na falta de fé. Vou com tudo, Às vezes paro, Giro o mundo, Tá tudo caro. Embora eu não crei…
Celso Ciampi