Eu sou boémio 3
Nem este sol quente,
nem a guerra na Ucrânia ou medio oriente,
nem covid's, nem mesmo a morte,
muito menos a chuva ou o vento
tiram o alento a este boémio
que vive uma vida feliz e contente.
Boémio que não pára de andar
de tasca em tasca de bar em bar,
Todos os dias ele reza,
com o seu copinho na mão,
pra boémia nunca terminar.
Em cada poema uma recordação,
com as cordas da guitarra a trinar,
ele não pára de pensar,
nos amores vividos em amores perdidos.
Hoje se ele é triste,
é pra fingir que a tristeza existe.
Luzerna, 27.10.2025, João Neves
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