Divina verdade
Em Vanna, o homem encontra seu deserto,
Após a perda, a dor que não se esvai.
No corpo exausto, o espírito liberto,
Busca em Deus a força que jamais trai.
Limites da emoção, fronteiras da carne,
A alma suplica em prantos e gemidos.
Em Vanna, a fé renasce, eterna chama,
Em Deus, o alívio para os seus sentidos.
Na dor profunda, a busca incessante,
Por um consolo, um toque de bondade.
Em Vanna, encontra-se o instante,
De se entregar à divina verdade.
Assim, em Vanna, o homem se prostra,
Na esperança de um novo amanhecer.
Em Deus, encontra a paz que reconstrói,
E a força para a vida renascer.
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