ÚNICA
Única
E a vi, cabelos entregues ao vento, mistificando seu rosto.
No esvoaçar de suas vestes, a sensualidade dos elixires e das cores.
E a chamei “princesa” e fiz reverências ao momento.
E a vi sob o sol, corpo dourado de verão, a desfilar sobre a areia.
E a chamei “deusa” e tornei-me seu servo fiel.
Quando a vi no jardim e o luar cobria de prata o seu sorriso,
Derramando sobre as flores da mesma luz com que a enaltecia,
Conheci finalmente da paixão, o mais profundo sentido.
E a amei.
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2026-01-18
Meu caro poeta JRUnder... transcedente...onipresente. onisciente... este texto tão belo de uma paixão. tua a amas-te. perfeito. parabéns. ademir
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