Por partes
O cabelo era preto; esvoaçante.
Semblante carregado de ternura.
Doçura no olhar; tão inebriante.
Habitante de si; e de uma finura.
Mistura; uma fêmea estonteante;
Flagrante de beleza sem mistura.
Madura: de fruta boca intrigante.
Mediante um nariz: rara feitura.
Segura de seios; e insinuante;
Ofuscante o colo; mas que loucura!
Cintura, hum! e bumbum extravagante.
Ante coxas e pernas: sem censura.
Altura? metro e meio; exorbitante.
Instante mágico: o pé. Que fofura!
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Sem bravata
Faz tempo que eu não sei o que é um sorriso * diz uma canção, sim, há nuvens e palavras demais no cotidiano geral, esquecer é verbo pre…
Darlan de Matos Cunha
Manhã do Nada
clareia, manhã que a tua demora na minha espera cansa por tanta expectativa de deixar este breu essa longa noite pesadelo
Darlan de Matos Cunha
Uma mulher andarilha.
Nada será como d'antes te conhecer sua figura feminina ... suas verdades seus desejos de ser independente e de fazer amor até altas horas…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
O VICIO INTERIOR
O meu próprio vício, Me consome por dentro, Caminho sem compromisso, Escorregando ao sofrimento. A angústia me acompanha, Nesse caminho …
miltondacosta