QUE RAIVA!
Ah, que raiva tenho de mim!
Eu devia ter te dado um soco,
Bem no meio desse nariz!
Não me arrependeria nem um pouco...
Resolvi ser cordial
E você continuou,
Percebeu que me fazia mal,
Então não perdoou.
Arrependimento que me mata,
Um soco só um nessa fuça,
Aplacaria com louvor a minha raiva,
Mas não quis bagunça.
Mas não pensa que esqueci,
O que é seu está guardado,
Não brinca comigo de novo,
Que o soco será arretado!
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