Ela deu, foi é no pé !
Ela deu, foi é no pé ! - 05-12-2025
Procurei a felicidade
Aonde havia só má-fé,
Quando completou a idade
- Ela deu, foi é no pé !
Seu pejo e compostura
Demonstrou e confirmou,
Que o amor, que pouco dura,
Na verdade, nunca amou.
Pusilânime amargura
Carregas em teu coração,
Alma negra, e obscura
Sem luz, e frouxa, opinião.
Não há ninguém que entenda
Esse vil procedimento,
Tua astúcia é tremenda,
Sem estrito fundamento.
É com efêmero pesar
Que recordo o nefasto
Procedimento. Apesar,
Das agruras terem gasto.
O destino não se cria,
A amizade, também, não,
Quando o amor é ventania
Não ultrapassa o verão !
São Paulo, 05-12-2025
Armando A. C. Garcia
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