PÔR-DO-SOL (Soneto)
O belo que vislumbra no horizonte
transpõe centelhas sãs no firmamento.
Divaga bem por trás daquele monte
em que transcende todo encantamento.
Viris desejos sobem pela fronte,
o sol se põe, inspira o pensamento,
que vai à consciência por defronte
nutrir os sonhos de bom sentimento.
Imagem viva estampada na mente,
que surge na manhã, na tarde encerra,
a natureza vibra eternamente.
Repleta de beleza aos olhos vela,
fulgor celeste, encanto nesta terra,
esplêndido destaque em aquarela.
Rogério Marques Sequeira Costa
R. Bueno
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