De Gaza em verbal comento

o genocídio
estrangeiro protocolo
esgana Gaza
a vida e a lógica
podre
em sua notícia
regurgita no mundo
a sanha sionista
a história
humana guerrilheira
arruma no tempo
suas bandeiras
as que tremulam a vida
 as que sujam suas teias
o poema em Gaza
da-se arma e gana
o eu lírico engasga
em todas as Palestinas
que se tem na alma

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