Ó Eremita.
Nas navegantes ondas
de meus sonhos...
todo meu barco
era azul-lilás.
Fluia docemente pelas
águas deste oceano -
que não sabia qual era.
Nem o ano , nem o mes ,
nem o dia.
Sabia apenas que navegava
para um sem fim , onde
suas águas encontrava o firmamento.
Ao chegar lá encontrei
uma passagem , a qual era
muito estreita ... dava apenas
para entrada de meu barco...
que com suas velas
baixadas > na frente tinha
um abismo , ao qual me
sugou e me levou para uma
ilha solitária... onde até hoje
vivo , como um eremita -
sózinho e alimentado
pelos deuses : aos
quais agradeço pelas suas
bondades- de manter a
minha vida... até os dias
de hoje.
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Compassos
o sonho trai a vida em dizer-se manso e contido tudo que discursa é infinito ate quando sussurra faz-se grito inventando desejos enfeitan…
AurelioAquino
Saudades
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Vejo o mundo giran…
eropaul
Vem! Somente vem.
Cadê a minha musa inspiradora? Onde estás oh doce primavera?
Venha para bem perto de mim, Para que possas cravar o teu cheiro em mim O…
eropaul
Oscilações temperamentais
Milhares de seguidores supostamente com um rumo certo,
Girando como agentes polinizadores lutando pelo pólen de uma flor
Flor de or…
eropaul