Ex-vendedor de poesia
Pegou os seus poemas impressos no papel.
Véu cai da alma, sua essência em exposição.
Coração num fio de veia em carretel.
Carrossel: letras, palavras, verso, emoção.
Intenção: era espalhar muito além do céu.
Tropel de sentires da sua inspiração.
Sensação livre, sentimentos em rapel;
Cordel, soneto, haicai, até mesmo uma canção.
Pretensão apenas: bem distante do Nobel.
Escarcéu; sem venda, nem numa promoção.
Percepção desvalor; do fundo vem o fel.
Ao léu jogou seus versos; que decepção!
mão vazia, o dedo acusando: és cartel.
Cruel; tesouro que morre por rejeição.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
Olhou o livro de poemas,
Mas o “sistema” disse no ouvido:
É bobagem...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Sem bravata
Faz tempo que eu não sei o que é um sorriso * diz uma canção, sim, há nuvens e palavras demais no cotidiano geral, esquecer é verbo pre…
Darlan de Matos Cunha
Manhã do Nada
clareia, manhã que a tua demora na minha espera cansa por tanta expectativa de deixar este breu essa longa noite pesadelo
Darlan de Matos Cunha
Uma mulher andarilha.
Nada será como d'antes te conhecer sua figura feminina ... suas verdades seus desejos de ser independente e de fazer amor até altas horas…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
O VICIO INTERIOR
O meu próprio vício, Me consome por dentro, Caminho sem compromisso, Escorregando ao sofrimento. A angústia me acompanha, Nesse caminho …
miltondacosta