Hoje pela manhã, outra vez li o jornal.
Local de desgraça; horrores em descarrego.
Emprego ofertando um salário malemal;
Viral, tantas ofertas; charlatão em chamego.
Sossego algum. Notícia boa? Nem sinal;
Abismal até; e o mundo pedindo arrego.
Chego a pensar: seria assim mesmo o final?
Surreal; homem lobo do outro num refrego.
Labrego a listagem, de protesto normal.
Brutal o tributo, a ilicitude, o morcego.
Pelego de mãe, em um amor fantasmal.
Banal morar em likes; vida em desapego.
Escorrego em caráter; dor universal.
Na moral? Tenho muito medo; e em Deus me achego.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
Olhos, abrem e fecham,
informações que chocam ali no papel
com o seu cheiro padrão.
Se espreme, escorre vermelho.
o jornal.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Sem bravata
Faz tempo que eu não sei o que é um sorriso * diz uma canção, sim, há nuvens e palavras demais no cotidiano geral, esquecer é verbo pre…
Darlan de Matos Cunha
Manhã do Nada
clareia, manhã que a tua demora na minha espera cansa por tanta expectativa de deixar este breu essa longa noite pesadelo
Darlan de Matos Cunha
Uma mulher andarilha.
Nada será como d'antes te conhecer sua figura feminina ... suas verdades seus desejos de ser independente e de fazer amor até altas horas…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
O VICIO INTERIOR
O meu próprio vício, Me consome por dentro, Caminho sem compromisso, Escorregando ao sofrimento. A angústia me acompanha, Nesse caminho …
miltondacosta