O Abandono
Casas velhas sob um
luar de céu
metálico azulado...
única rua da cidade
deserta , agora
abandonadas
/
Bem no meio das matas
suas calçadas , sem cadeiras
sem vozes , tem somente o
frescor do ar vindo
dos ventos sul , onde nascem
as araucárias.
/
Casas - casas- de telhados
avermelhados de tanta
chuva provocadas
pelo tempo vindo das
belas madrugadas.
/
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha