Um soneto à dor - Adonai.

A esta dor do amor
é tanta que se torna
infinita / o corpo
adormece as células se fecham
O corpo fica rixido e se
desfalece como na morte.
O corpo fica em trevas
nenhuma lágrima a derramar.
Nem o sol corre  como antes
fica lento /  a lua nunca
aparece.
A infinita bondade
dos amigos, uma leva
a serenidade - outra  uma
saudade - suas vozes
não tem emoções./
A Adonai -santo -santo-santo-
A dor do amor nunca
mata  e aleja ... simplesmente
ela aparece e nos faz
sofrer como
me desfalece.

Ademir o poeta.
 

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