Lembra da Dona Baratinha?
Dona baratinha, se via bem charmosa.
Ardilosa, cascuda de raça, seu jeito.
Ajeito nas saias de filó, poderosa.
Pavorosa, adora mesmo é o malfeito.
Do parapeito lança em rasante, estilosa.
Goza de asco, mete medo em qualquer sujeito.
O Peito quase não aguenta, alma em polvorosa.
Lustrosa a tal ‘cucaratcha’, igual um confeito.
Respeito o bicho; mas longe. É espantosa
Silenciosa; ela aprece quando me deito.
Aceito não, chinelo e baygon na feiosa!
Prosa; dinheiro na caixinha; outro conceito.
-Rejeito casar! ‘Nem que a vaca tussa rosa’;
Animosa: - ‘o barato sai caro’: direito.
Raquel Ordones #ordonismo #raqueleie
Evoluir é
mudar de ideia sem culpa.
ser maturidade
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*