Que o sol nunca escureça
-Dormem ! corpos
juvenis - menino(a) dos
seus doze anos - dorme eu ela !
Ao amanhecer vou ao
encontro - nos galhos
que de tão flexíveis - não
se dobram(goiabeira)
- meu coração bate rápido e
o dela se acelera.
Fico a balançar em um galho...
e ela ri - sorria - com seus
negros cabelos > cobrindo tua face
amorenada... tudo respira felicidades
tanto na terra como no céu -
desta pequena cidade.
Amor sem volta>> o inocente
vindo de uma inocência.
E o tempo para << pedindo
que o grande fogo do espaço
não se ponha... antes que o amor
entre eles aconteçam.
Ademir o poeta.
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