Gravatá

Com a exuberância do Gravatá
que floresce em abril, 
Existe uma festança que não
permite ser o que não sou;
Com o olhar voltado 
para a estação eu estou. 

Feminina, arraigada e devota
ao que é da minha terra,
Não preciso de enfeites 
porque minh'alma amorosa
o Hemisfério Celestial Sul 
com orgulho secreta. 

Pequenos jardins não tem
a minha mínima afinidade,
Só me encontro onde há 
floresta em liberdade,
na beleza que se discreta 
com plenitude e serenidade. 
 

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Comentários (1)

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OK...poetiza.... você é uma beleza... seja muito feliz. parabéns. ademir