Jardim da Infância.
Na minha juventude
amei com forte emoção
uma professora...
Ela é linda eu já
trabalhava como
office - boy ela ensinava
as crianças a ler e
escrever...
Todos os dias levava flores
para ela - levava bombons e
bala docê.
Subia o muro da escolinha
e ficava a observando.
Tinha uma fala mansa
e um corpo cheio de alegria
e punjança.
Aos domingos ia a casa
dela para ouvir músicas
da época. agora não me
lembro mais. o tempo
passou e ela se casou.
fiquei tão triste , que nas ruas
andava de olhos fechados...
Pois o que os olhos não veem o
coração não há de nunca sentir
tanta tristeza como eu
me sentia.
Enfim o tempo se passou ...
e nos tornamos amigos até a data
de hoje. Ela é avó agora e eu um
solteirão prematuro que nunca
nasceu. ( morreu )
Ademir o poeta.
Comentários (1)
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2026-04-22
Adorei a profundidade do poema! Mas sinto muito! Abraços
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