Um Jovem sem nome.
A noite me assusta - sozinho a caminhos da emancipação de um jovem , sem um destino definido a procura de proteção... suas vestes são simples , sua face angustiante - seu andar ainda muito vacilante pela estradas de terra batida e a lua como sua única acompanhante - ele vacila ... vai ou não vai embora de sua cidade - onde nunca foi bem tratado - sempre o povo o denunciava por qualquer causo de ruin que houvesse neste lugarejo que era ainda iluminado por tochas para apasiguar sua propia escuridão. Por fim sua mente decidiu vou-me embora sim!!! ainda mais agora que uma enxada de capinar encontrei para encontrar trabalho e limpar os terrenos de grandes cafezais.
Meus amores não me queiram
mal - pois a partida necessária
é que no meio do caminho encontrei
muita sujeira - ao longo desta estrada
fui capinando e flores fui plantando
até o amanhecer.
Os passantes no outro dia...peguntaram
quem foi que fez esta obra maravilhosa
de tantas plantas já grandes e coloridas
fazer-nos sentir a vida palpitar novamente
em nossos corações.
O Jovem que nem nome tinha - disse fui eu ... todos
ficaram maravilhados e o cumprimentou.
Pois então você irá conosco para uma fazenda
onde plantará os brotos de cafés no meio
de nossos laranjais. e por certo nunca
mais te dirão que és um imprestável e sem
uma profissão... ele se agachou e chorou...
foi andando para frente e disse muito obrigado
mas meu destino já está traçado ... serei nas
grande cidades um plantador de flores
gigantes ... e partiu > com a enxada no ombro
e sem um nome egistencial.
Ademir o poeta.
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