Amor Via Satélite - Segunda parte -
Diário de Bordo - Amor Interestelar.
Navego entre astros delirantes
Meu coração é um satélite errante
Lançando sinais azuis pelo vazio
A procura de um planeta que respire poesias.
Barbarella sorri nas constelações
seus rastro de luz acende paixões.
E eu, viajante louco do infinito
Descubro que amar é o maior perigo bonito
em cada órbita, um desejo desperto,
em cada estrela, um segredo aberto e
quando o cosmos me chama em silêncio
eu respondo com versos , este meu
código eterno. ( O A M O R )
Ademir o poeta . com I A .
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha
Deep in December
Deep in December Is time to have A white Christmas So that the kids can make Snowman Others will play hockey In the arena Some say that D…
Aldo gabbay kraas
céu da boca [o nascimento da tragédia]
palavras soltam seus molossos há as que respiram por aparelho muitas afagam algum retorno outras mistificam ou maldizem o próprio entorno…
Darlan de Matos Cunha