À mão direita, o machado

Na mão esquerda uma cruz

Dentro do peito, o perdão

No coração, uma luz.

Glória inglória a bandeira

Hasteada ao peito nu.

Não pode ser derradeira

A verdade do livro cru.

Tu, que tornaste o homem

Cega a visão sobre a Terra

Não se ascende aos céus

O Cristo tomado por fera.

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Comentários (2)

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2026-05-27

Profundo e verdadeiro.

Muito reflexivo o texto... meu caro amigo poeta. JRUnder.... abraços.... ademir.