Corpo caido ao chão.
Ah... doce vida das ilusões
onde vive a eterna morada de nosso
coração. Vivemos por ele , levamos a
nossa vida por ele . Pois todo sangue que
corre pelas nossas veias , atinge nossa
mente e nos olhos soltamos as
lágrimas de todo sentimento :
que por um acaso sentimos as grandes
paixões.
Ah... doce vida das ilusões
onde mora as serenatas cantadas
por nossa voz , que estremece a mulher
amada que dorme em sonhos um amor
que não terá soluções.
Volto para minha casa de madrugada
soltando soluços , e como mendigo
meu corpo não resiste e cai ao chão.
Ademir o poeta.
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