Janelas abertas.
Nosso amor está muito
distante, sempre resolvemos
nossos problemas com nossas
janelas abertas.
Olho os movimentos do silêncio
e trato de dialogar com tu.
Mas não respondes .
O que queres de mim!
uma guerra entre corpos sem
nunca ter um fim.
Vivo o dia que está começando
pois ainda o sol não apareceu.
Acho estranho seu comportamento
pois tu sempre me disse que
me amavas... e agora !! não me
amas mais - o silencio é tua
morada - teu semblante é tua
resposta. Adeus e até um
outro dia... quem sabe poderás
dizer um sim.
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha
Deep in December
Deep in December Is time to have A white Christmas So that the kids can make Snowman Others will play hockey In the arena Some say that D…
Aldo gabbay kraas