Te coloco sob o meu olhar

e faço da minha arquitetura

o teu lar de arrebatamento,

De um jeito que obstinação

ninguém poderá controlar,

O que busca para amainar,

tornou-se urgência sem par.

 

Não preciso performar

e nem fingir submissão,

como território conquistado;

Pois é peremptório,

fixo e desapegado —

o meu perfume afrodisíaco,

feito do Oceano Atlântico Sul,

é o teu favorito santuário.

 

Na troca afável entre 

meu e o seu pulsar aurum,

Mentes e corpos 

em plena convergência,

profunda, sedenta e quente,

No abandono das horas 

no melhor acordo entre a gente

para incorporar a êxtase 

que se derrama inteiramente.

 

Jogos de imprevisibilidade

para aquecer o inverno 

que se aproxima em Santa Catarina,

Não nego que assim quero,

mas que venham com 

a tranquilidade de um chá de Tinguaciba,

com o seu abraço cheio de aconchego,

e a tua carícia que até a minh'alma alisa.

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